PESTAÑAS

Paço Imperial

It was first occupied in 1743 by Governor Gomes Freire de Andrade, Count of Bobadela, who had ordered the construction of a new Casa dos Governadores (House of Governors) to host the government of the captaincy of Rio de Janeiro and São Paulo , using pre-existing buildings on the premises: the Casa da Moeda (Mint) and the Armazém do Rei (King's Warehouse). After adding two new plants, the result was a sober white building with stone trim on the windows and several inner courtyards, and at the main entrance, a beautiful marble Lioz door gave access to the upper floor. Soon the building became the center of local and regional politics and trade.
After the transfer of the seat of government to Rio, the building became known as Palácio dos Vice-Reis (Vice-kings' Palace).
In 1808 the Prince Regent and future D. João VI, left Lisbon with his mother Queen D. Maria I to settle in Brazil, and in march they arrived in Rio. The building became the residence of the royal family and received the name of Paço Real, but later the Royal Family moved to Quinta da Boa Vista and the Paço became the seat of local offices and official receptions, ceremonies and celebrations as the coronation of D. João VI and the arrival of D. Leopoldina for her marriage to Prince D. Pedro.



After the declaration of independence of Brazil, it was named Paço Imperial, was painted yellow, which was the Empire colour, and the windows were decorated with gilded iron balconies.
From 1822 to 1890 it was the stage for all political, religious and local economic events, and was the scene of historic events as the proclamation of two emperors, D. Pedro I and D. Pedro II, and the signing of the law abolishing slavery in Brazil by Princess Elizabeth.
After the proclamation of the Republic, the Paço palace loses its position and becomes the headquarters of the Department of Posts and Telegraphs.
In 1938 the building was named Heritage, and in 1982 restoration work began.
Since 1985 is a cultural center linked to the Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Institute for National Artistic and Historical Heritage), IPHAN. It also has tours of exhibitions, permanent spaces open to cultural events like theater, concerts, seminars, conferences and debates related to the theme of the presentations made.



Fue ocupado por primera vez en 1743 por el Gobernador Gomes Freire de Andrade, Conde de Bobadela, que había ordenado la construcción de una nueva Casa dos Governadores (Casa de los Gobernadores) para sediar el gobierno de las capitanías de Rio de Janeiro y São Paulo, aprovechando unos edificios prexistente en el local: la Casa da Moeda (Casa de la Moneda, de 1699, construida para fundir el oro proveniente de Minas Gerais) y el Armazém do Rei (Almacén del Rey, de 1713, local donde se guardaban armas y municiones reales y más tarde también usado como cochera de caballos y carruajes). Añadiendo dos plantas nuevas, el resultado fue una sobria construcción encalada en blanco, con molduras de piedra en las ventanas y varios patios internos, y en la entrada principal, una bella puerta de mármol de lioz daba acceso al piso superior. En poco tiempo el edificio se convirtió en centro de la política local y regional así como del comercio. Hasta 1808 la Casa da Moeda y el Almazém do Rei continuaron funcionando en la planta baja.



Con la transferencia de la sede de gobierno para Rio, el edificio empezó a ser conocido como Palacio de los Vice-reyes, y, en ese periodo fueron realizadas la construcción de los pilares de piedra tallados con escaleras hacia el mar y la instalación del chafariz (fuente) que abastecería los navíos y casas del entorno, obra de Mestre Valentim que permanece hasta hoy en la Praça XV.
Ante la amenaza de invasión de Portugal por Napoleón Bonaparte, el príncipe regente y futuro D. Joao VI, abandonó Lisboa con su madre la Reina D. María I para establecerse en Brasil, y en marzo de 1808 llegaron a Rio transformando la ciudad en sede de la Monarquía. El edificio se convirtió en residencia de la familia real recibiendo la denominación de Paço Real. Se realizaron entonces varias modificaciones a pesar de la cuales la Familia Real se mudó a Quinta da Boa Vista y el Paço quedó entonces como sede del gobierno, local de despachos y recepciones oficiales, de grandes ceremonias y festejos como la coronación de D. Joao VI y la llegada de D. Leopoldina para su casamiento con el príncipe D. Pedro.



Con la declaración de independencia de Brasil se transformó en el Paço Imperial, se pintó de amarillo, color del Imperio, y se pusieron en las ventanas balcones de hierro dorado.
De 1822 a 1890 fue palco de todos los eventos políticos, religiosos y económicos y el local desde donde se gobernaba en país, y fue el escenario de acontecimientos históricos como la proclamación de dos emperadores, D. Pedro I y D. Pedro II, y la firma de la Ley Aúrea por la Princesa Isabel que abolió la esclavitud en Brasil.
Después de la proclamación de la República, el Paço pierde su posición de palacio y pasa a ser la sede del Departamento de Correos y Telégrafos.
En 1938, el edificio fue nombrado Patrimonio Histórico y en 1982 se inician los trabajos de restauración.
Desde 1985 es un centro cultural vinculado al Instituto de Patrimonio Histórico y Artístico Nacional, IPHAN. Posee además de circuitos de exposiciones, espacios permanentes abiertos a eventos culturales como teatro, conciertos musicales, seminarios, conferencias y debates relacionados a la temática de las exposiciones realizadas.



Foi ocupado pela primeira vez, em 1743, pelo Governador Gomes Freire de Andrade, o Conde de Bobadela, que havia ordenado a construção de uma nova Casa dos Governadores para sediar o governo das capitanias do Rio de Janeiro e de São Paulo, aproveitando uns edifícios preexistentes no local: a Casa da Moeda (1699, construída para fundir o ouro proveniente das Minas Gerais ) e o Armazém Del Rey (1713, local onde eram guardadas armas e munições reais e mais tarde usado como cocheira para cavalos e carruagens). Acrescentando dois pisos novos, o resultado foi uma sóbria construção em alvenaria caiada de branco, com molduras nas janelas em pedra de cantaria e vários pátios por onde se fazia a circulação. Na entrada principal, uma bela portada de mármore de lioz dava acesso ao piso superior. Em pouco tempo, o prédio converteu-se em centro da política local e regional, bem como do comércio. Até 1808, a Casa da Moeda e o Real Armazém continuaram a funcionar no andar térreo.

Com a transferência da sede do Governo Geral de Salvador para o Rio, o prédio ficou conhecido como Palácio dos Vice-Reis e, nesse período, foram realizadas a construção do cais de cantaria lavrada com escadas para o mar e a instalação do chafariz que abasteceria os navios e as moradias no entorno, obra do Mestre Valentim que permanece até hoje na Praça XV.



Ante a ameaça da invasão de Portugal por Napoleão Bonaparte, o Príncipe Regente, D. João de Bragança, futuro D. João VI, deixou Lisboa com a mãe, a Rainha D. Maria I, e estabeleceu-se no Brasil. E em março 1808, transferiu-se para o Rio de Janeiro, transformando a cidade em sede da Monarquia. O Paço tornou-se residência da Família Real, recebendo a denominação de Paço Real. Várias modificações foram realizadas apesar das quais a Família Real se transferiu para a Quinta da Boa Vista. O Paço permaneceu como sede do governo, local dos despachos e recepções oficiais, de grandes cerimônias e festejos como a coroação de Dom João VI (6 de fevereiro de 1818) e a chegada de D. Leopoldina para o casamento com o príncipe D. Pedro (5 de novembro de 1817).



Com a declaração da independência do Brasil transformou-se em Paço Imperial, foi pintado de amarelo, cor do Império, e as janelas ganharam balcões de ferro dourados.
De 1822 a 1890, foi palco de todos os eventos políticos, religiosos, econômicos e o local de onde se governava o país, e foi cenário de acontecimentos históricos como a aclamação de dois imperadores, D. Pedro I e D. Pedro II, o Dia do Fico (9 de janeiro de 1822) e a assinatura da Lei Áurea, pela Princesa Isabel, que aboliu a escravatura no Brasil (13 de maio de 1888).
Após a Proclamação da República, o Paço perde sua posição de palácio e passa a sediar o Departamento de Correios e Telégrafos.
Em 1938, o prédio foi tombado pelo Patrimônio Histórico e, em 1982, iniciaram-se os trabalhos de restauração.
Desde 1985 é um centro cultural vinculado ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN do Ministério da Cultura. Possui, além do circuito de exposições, espaços permanentemente abertos a eventos culturais, como: teatro, concertos musicais, seminários, conferências e debates relacionados às temáticas das exposições realizadas.

(Photos:© Laura Dmguez )

http://www.pacoimperial.com.br/historico.aspx

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